>O Que Eu Posso Fazer?

abril 14, 2010

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O suíço Denis de Rougemont, escritor ecologista, que teve seu livor L’Amour et l’Occident, listado como um dos 100 melhores livro não ficção do século XX pela revista National Reveiw, provocou um grande impacto sobre o federalismo e sobre a construção Européia:

Segundo Rougemont a decadência de uma sociedade começa quando o homem pergunta a si próprio: “O que irá acontecer?”, quando devia se perguntar: “O que posso eu fazer?”

Há várias possibilidades de perspectiva de vida. a seguir baseado em Mário Sergio Cortella, filósofo brasileiro, mestre e doutor em Educação pela PUC-SP, o qual nos brinda com delicada e contundente analise da questão com maior profundidade, conforme segue.

A decadência, seja numa sociedade mais ampla ou outras instâncias, como a família, trabalho, etc. principia quando o imperativo ético da ação é substituído pela acomodação e pela espera desalentada.

Estamos acostumados a banalizar situações que são estapafúrdias, como o “rouba mas Faz”, imagine se um empresário, em sã consciência, permitiria que um empregado seu, o roubasse e mesmo assim ele continuasse a dar-lhe o emprego.

De igual modo, vamos nos habituando ao descaso, a violência, corrupção, abandono, desesperança…

É a instalação da inanição generalizada, disfarçada de pesar nas faces e palavras, transparecendo impotência, não passando de alienação da realidade que nos cerca.

Situação confortável e estável, porém altamente perigosa.

Ainda bem que há esperança.

Segundo Paulo Freire “não confundamos a esperança do verbo esperançar, com a esperança do verbo esperar.

Esperançar é se levantar, esperançar é ir atrás, esperançar é construir, é não desistir,a esperança do verbo esperançar é dinâmica, enquanto a outra, é estática, congelada, por vezes covarde.

A esperança convida a nos perguntar sobre a moradia em lixão, ponto cidade sem parada de ônibus, insegurança pública, falta de saúde, Corrupção, impunidade…

O que posso eu fazer?

Haverá sempre espaço para o agir, contribuir, fazer, ainda que seja somente pelo exemplo reto e firme em questões do cotidiano, a fila, dar o lugar para mulheres e idosos, não cuspir no chão …

Podemos nos perguntar: O que estou fazendo por uma sociedade melhor? Qual está sendo a minha contribuição?

O que vou fazer a mais para ajudar?

Não demais fazer um pouco, sendo que isto já causa transformações, modifica atitudes, revoluções silenciosas…

Apenas não ceder à acomodação, à indiferença que paraliza, à alienação.

Não pergunte o que o mundo pode fazer por você antes de saber claramente o que pode você pode fazer primeiro. A vida é um espelho, recebemos aquilo que primeiro damos.



Gilson Joel Fernandes

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Sobradinho, um sonho de lugar.

abril 6, 2010

>A Procura De um Caminho

sobradinho, cidade satélite do Distrito Federal, está a 10 anos arquitetando um desenvolvimento, mas não encontrou a trilha.
Aventou-se no início de 2000 desenvolver o potencial do turismo ecológico na cidade, mas não houve aderência esperada.
A cidade é muito mais dormitório e seu empresariado trabalha como a 40 anos, mas isto tende a mudar, vejo que a comunidade tem potencial para prestação de serviços de melhor qualidade, diversidade.
Uma grande perspectiva se abre no setor de treinamento de ponta, atraindo para a cidade as população em busca de qualificação profissional, uma vez que a massa de trabalhadores do comércio do Plano Piloto é proveniente de sobradinho.
Neste aspecto empresas de Sobradinho se mobilizam para criar condições de terem seus serviços reconhecidos pela excelência.
Falta o mesmo que falta aos demais, materia prima, ou seja pessoas.
Gilson Joel Fernandes

O MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

abril 6, 2010

O Ministério do Trabalho deixa suas delegacias abandonadas. Após ter sido lançada com toda pompa e circunstância, a nova carteira de trabalho é completa, pois traz os dados que permite ser usada como documento de identidade.
Em Sobradinho, e na maioria das Delegacias Regionais do Trabalho, o novo documento não é emitido, pois falta Tinta para imprimir os dados de personalização.
Vale lembrar que para ser lançada, foi realizado investimento em sistemas e equipamento para faze-lo, mas o descaso e falta de exercermos nossa cidadania, impedem aos cidadãos a não terem acesso ao novo documento.
Em estatística verifica-se que entre 10% e 12% dos cidadão brasileiros tem algum tido de inconsistência em um de seus documentos de identificação, é o resultado de um estudo realizado Alves & Fernandes Ltda. com funcionários públicos.
O pior é saber que para reverter esta situação dependemos da boa vontade do Superintendente da repartição deixar de ser letárgico e permitir que façam o sistema funcionar, entregando ao cidadão o que ele tem direito. Respeito.
Gilson Joel Fernandes